"A cor do amor"
Capítulo VIII
Os dias passavam lentos, dias tristes, solitários, dolorosos.
Dois meses se passaram desde o casamento.
E todos os dias ela fazia as refeições sozinha, algunas noites Fabrício entrava no quarto, satisfazia seu desejo e saia para as noitadas voltando só ao amanhecer.
Várias vezes ela havia tentado visitar os pais, porém a governanta não permitia que ela saísse por ordem dele. Mandava bilhetes para os pais, mas os mesmos eram interceptados antes de chegar ao destino.
Nina não sabia o que fazer, parecia que havia sido esquecida pelos pais. Eles não vinham saber como ela estava.
Em uma das noites em que Fabrício já havia saído para suas orgias, Nina sentiu-se mal, chamando a governanta e desfaleceu.
Em uma das noites em que Fabrício já havia saído para suas orgias, Nina sentiu-se mal, chamando a governanta e desfaleceu.
Chamaram o médico e a mãe de Nina pois não encontraram Fabrício.
A porta do quarto se abriu e o médico saiu sendo imediatamente questionado por Madalena.
_ Dr. o que aconteceu? O que minha filha têm?
_ Não se preocupe senhora, nada há com que se preocupar. Ela está esperando um filho.
Anunciou o médico sorrindo enquanto ajeitava a roupa. Conversou com Madalena e a governanta deixando orientações e cuidados necessários, antes de sair o médico reforçou as orientações e insistiu com a governanta:
_ Dr. o que aconteceu? O que minha filha têm?
_ Não se preocupe senhora, nada há com que se preocupar. Ela está esperando um filho.
Anunciou o médico sorrindo enquanto ajeitava a roupa. Conversou com Madalena e a governanta deixando orientações e cuidados necessários, antes de sair o médico reforçou as orientações e insistiu com a governanta:
_ Ela deve tomar sol todos os dias no horário recomendado, alimentar-se bem está muito magrinha!
Dizendo isso retirou-se.
A mãe de Nina entrou no quarto, olhou para a filha, achou-a muito abatida. Mas na euforia do momento parabenizou a filha pela notícia. Era a primeira vez depois do casamento que Nina sentiu-se feliz.
A mãe de Nina entrou no quarto, olhou para a filha, achou-a muito abatida. Mas na euforia do momento parabenizou a filha pela notícia. Era a primeira vez depois do casamento que Nina sentiu-se feliz.
_ Parabéns filha, que felicidade você nos deu.
_ Mamãe, estou com medo.
_ Imagine minha filha, medo de ter um bebê? A mãe achou engraçado.
_ Não mamãe, medo de Fabrício. Tentei visitá-los mas não obtive sucesso. Vocês me esqueceram aqui.
_ Não filha, não a esquecemos, como poderíamos? Estivemos aqui por três vezes para vê-la, mas a governanta disse que havia saído em companhia de Fabrício.
Ela agarrou as mãos da mãe.
_ Mamãe eu não saio desta casa desde o casamento.
A mãe franziu a sobrancelha.
_ Como assim? Não sai desde o casamento? Filomena sua governanta nós garantiu...
_ Não mamãe, Fabrício me trata muito mal. Minha noite de núpcias foi um martírio, ele deu-me um...
Ela parou de falar quando a porta se abriu e Fabrício entrou.
Continua...
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