Levantou-se abriu a janela, ficou maravilhada com a vista.
Realmente era um presente ficar hospedada ali por uns tempos.
Geralda bateu na porta.
“_Entre!”
“_Bom dia senhora.” Cumprimentou a governanta olhando pela fresta da porta.
“_Bom dia Geralda, entre.”
“_Trouxe-lhe o desjejum, frutas, suco de laranja e pão, espero que goste. ”
“_Adoro Geralda mas não precisa fazer isso. Descerei todos os dias e tomarei café lá embaixo, está bem?”
“_A senhora é quem sabe Dona Nina, eu fazia sempre isso para Dona Júlia, farei para a senhora também com prazer.”
“_Agradeço demais sua gentileza minha querida, mas eu prefiro continuar com meus hábitos, há anos não me servem café na cama, não quero ficar mal acostumada.”
Nina explicou em tom de brincadeira, recebendo de volta o doce sorriso de Geralda antes de se virar para sair do aposento.
“_Geralda!"
"_Pois não senhora."
"_ Não me chame de senhora... me chame apenas de Nina, pode ser?”
“_Como quiser ...Nina.” Respondeu obediente se retirando e deixando-a sozinha.
Após o café, ela se vestiu. Pegou a bandeja para levá-la à cozinha, quando ouviu o barulho de uma carruagem, ela olhou pela pela janela pensando se tratar de alguma entrega pois viu quando Ilídio foi atender.
“_Como quiser ...Nina.” Respondeu obediente se retirando e deixando-a sozinha.
Após o café, ela se vestiu. Pegou a bandeja para levá-la à cozinha, quando ouviu o barulho de uma carruagem, ela olhou pela pela janela pensando se tratar de alguma entrega pois viu quando Ilídio foi atender.
Geralda ficou espiando, quando viu que Ilídio abriu o portão para a carruagem entrar, correu pela casa gritando:
“_Nina.... Nina.... Dona Nina....”
“_O que houve Geralda?” Perguntou ela olhando do alto da escada para a governanta ainda com a bandeja do café na mão, enquanto Geralda subia as escadas para falar-lhe:
“_Nina... chegou...uma carruagem..... chique ...bem chique...” Disse a governanta tentando recuperar o folego.
Assustada Nina deixou a bandeja no aparador, puxou Geralda pela mão e trancaram-se no quarto, caminhou até a janela para tentar ver quem era enquanto buscava saber da governanta de quem se tratava.
“_Você conseguiu ver quem era Geralda?”
“_Só de longe, é alto, não é muito novo não.”
“_Quem será Geralda? ninguém sabe que estou aqui!”
Um frio percorreu sua espinha.
“_Meu Deus.... que não seja Fabrício. ”
Ela ajoelhou-se em posição de prece e alguns instantes, olhou para a governanta que estava em pé de frente à ela.
“_Geralda, desça e vá tentar descobrir quem é! Não fale nada apenas ouça e venha me dizer o que descobrir, veja se é alguém que você conhece.”
“_ Sim senhora!Volto logo, não abra a porta enquanto eu não falar que esta tudo bem.”
Orientou a governanta retirando-se do quarto.
Pareceu-lhe uma eternidade aqueles minutos até que Geralda voltasse:
“_Nina abra a porta, está tudo bem é um conhecido."
Nina puxou Geralda para dentro e perguntou:
“Ele disse o nome? ...É loiro? .... Tem olhos de que cor?”
Interrogava Geralda sem dar tempo para respostas.
“_Nina... chegou...uma carruagem..... chique ...bem chique...” Disse a governanta tentando recuperar o folego.
Assustada Nina deixou a bandeja no aparador, puxou Geralda pela mão e trancaram-se no quarto, caminhou até a janela para tentar ver quem era enquanto buscava saber da governanta de quem se tratava.
“_Você conseguiu ver quem era Geralda?”
“_Só de longe, é alto, não é muito novo não.”
“_Quem será Geralda? ninguém sabe que estou aqui!”
Um frio percorreu sua espinha.
“_Meu Deus.... que não seja Fabrício. ”
Ela ajoelhou-se em posição de prece e alguns instantes, olhou para a governanta que estava em pé de frente à ela.
“_Geralda, desça e vá tentar descobrir quem é! Não fale nada apenas ouça e venha me dizer o que descobrir, veja se é alguém que você conhece.”
“_ Sim senhora!Volto logo, não abra a porta enquanto eu não falar que esta tudo bem.”
Orientou a governanta retirando-se do quarto.
Pareceu-lhe uma eternidade aqueles minutos até que Geralda voltasse:
“_Nina abra a porta, está tudo bem é um conhecido."
Nina puxou Geralda para dentro e perguntou:
“Ele disse o nome? ...É loiro? .... Tem olhos de que cor?”
Interrogava Geralda sem dar tempo para respostas.
“ _Calma! Não vi nada disso não. Ele já veio várias vezes aqui com Dr. Luís e Dona Júlia, não lembro o nome dele. A senhora deve conhecê-lo também, porque ele disse que já viu a senhora na loja do Dr.Luís.”
A tensão no rosto de Nina sumiu dando lugar a um leve sorriso
A tensão no rosto de Nina sumiu dando lugar a um leve sorriso
"_É Heitor Geralda, só pode ser ele." Saiu correndo deixando Geralda pra trás.
Ao chegar na sala de estar, o encontrou de costas olhando o jardim pela janela.
“_Heitor!!!?” Ela o chamou
“_Nina" Ele caminhou até ela cumprimentando-a com seu jeito gentil e habitual.
“_ Que saudade, perdoe minha petulância em vir visitá-la sem aviso.”
“_Heitor, meu amigo como é bom vê-lo aqui.”
Num instinto indomável, ela o abraçou forte, percebendo seu atrevimento ao tentar afastar-se dele, sentiu seu abraço carinhosamente retribuído por ele e gostou de senti-lo tão perto dela....
“_Nina" Ele caminhou até ela cumprimentando-a com seu jeito gentil e habitual.
“_ Que saudade, perdoe minha petulância em vir visitá-la sem aviso.”
“_Heitor, meu amigo como é bom vê-lo aqui.”
Num instinto indomável, ela o abraçou forte, percebendo seu atrevimento ao tentar afastar-se dele, sentiu seu abraço carinhosamente retribuído por ele e gostou de senti-lo tão perto dela....
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