Ao retomarem a viagem o homem se apresentou.
_ Encantado em conhecê-la. Heitor a seu dispor. Apresentou-se o homem beijando-lhe o dorso da mão.
_ O prazer é meu em conhecê-lo, Senhor Heitor. Maria Emília, mas pode chamar-me Nina. É como sou chamada, um apelido de infância.
_ O prazer é meu em conhecê-lo, Senhor Heitor. Maria Emília, mas pode chamar-me Nina. É como sou chamada, um apelido de infância.
Foi uma homenagem a minha avó paterna.
_ Perdoe minha indiscrição, mas se me permite perguntar, porque está voltando sozinha? Eu a vi na festa dos Mendonça, estava acompanhada não estava?
Ela se ajeitou no assento antes de responder.
Ela se ajeitou no assento antes de responder.
_ Não precisa se desculpar. Sim eu estava na festa, lembro-me de tê-lo visto. Olhou pela janelinha tentando encontrar palavras adequadas. Não poderia expôr seus problemas à um desconhecido.
_ Não me senti bem, achei melhor ir para casa.
Heitor preocupou-se -
_ Se está se sentindo mal, podemos procurar um médico....”
_ Não é preciso obrigada! Me sinto melhor, deve ter sido o calor.
_ Se está se sentindo mal, podemos procurar um médico....”
_ Não é preciso obrigada! Me sinto melhor, deve ter sido o calor.
_ Mas... e seu acompanhante? Indagou.
_ Se não se importa, prefiro não falar sobre isso. Nina se inquietou e Heitor percebeu que o melhor a fazer era mudar de assunto...
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